Departamento de Ortodontia e Ortopedia Facial
*Carlos Eduardo de Oliveira Lima
| Crescimento Craniofacial | |
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Os especialistas em Ortodontia, bem sabem, da importância de se considerar vários fatores na elaboração de um diagnóstico preciso e um plano de tratamento consistente para o tratamento ortodôntico. Dentre esses fatores, não se pode deixar de considerar e associar, especialmente para pacientes jovens, o crescimento craniofacial, assim como os efeitos do crescimento sobre as estruturas faciais em casos tratados ortodonticamente. |
Este Atlas que tomou aproximadamente 30 anos (de 1967 a 1997) para a sua elaboração oferece aos clínicos e pesquisadores uma descrição estatística de um amplo segmento de dados craniofaciais auferidos ao longo do estudo longitudinal em jovens brasileiros, leucodermas, para a utilização mais objetiva dos diagnósticos e planos de tratamento. Da amostra completa selecionaram-se 75 jovens, 37 do sexo masculino e 38 do sexo feminino, sem mutilação nos arcos dentários, que nunca foram submetidos a tratamento ortodôntico e que apresentaram telerradiografias tomadas anualmente dos 6 aos 18 anos de idade, para este estudo longitudinal que realizou medições seqüenciais de 194 variáveis cefalométricas angulares e lineares. Apresentamos a seguir os resultados médios obtidos, para o sexo feminino e o sexo masculino, de algumas das variáveis contidos no Atlas: Variável 4 na Tabela 01, Análise de Steiner, Ponto A . Násio . Ponto B (ANB); Variável 23 na Tabela 02, Plano de Francfort . Plano Oclusal Funcional (Po-Or . MPI-IPM); Variável 25 na Tabela 03, Análise de Tweed e de Downs, Plano de Francfort . Plano Mandibular, Po-Or . Go-Me (FMA); Variável 82 na Tabela 04, Análise de Mcnamara, Condílio-Gnátio (Co-Gn) e Variável 178 na Tabela 05, Básio-Espinha Nasal Anterior (Ba-ENA). |
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