A Revista da AONP é uma publicação da Associação Odontológica do Norte do Paraná - AONP

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1ºVice-Presidente - Seió Okabayashi
2º Vice-Presidente - Mauro Celso Boer
3º Vice-Presidente - Adalberto Baccarin
Secretária-Geral - Márcia Regina Rodrigues
1ª Secretária - Norma Nabut
2ª Secretária - Denise Yendo Inada
Tesoureiro-Geral - João Antonio Menegasse
1ª Tesoureira - Vera Lúcia Giolo Pelanda
2º Tesoureiro - Wilson Lincoln Yokomizo
Diretor de Patrimônio - Amaury de Moraes Silveira 
Diretor de Patrimônio - Antonio André dos Santos

Comissão Social: 
Cristiana Castello Branco Nascimento, Edeny Aparecida Spacini Trevisan, Geysa Belinatti Guazzi Azzolini, Maria Lúcia Pereira Franzon, Rosângela Lemos Conrado Salomão, Valter Flávio Scalco.

Sede Campestre:
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Comissão Fiscal:
Luiz Reynaldo de Figueiredo Walter, Valtercides Alves Moreira Filho, Walter Costa Barroso.

Orador:
Eder Pimenta de Oliveira.

Departamento Científico:
Endodontia - Douglas Giordani Negreiros Cortez
Estomatologia - Antonio Carrilho Neto
Implantodontia - Valdir Ilídio Mardegan
Odontologia Especial - Juliane Maria Bertoletti
Odontologia Legal - Isabel Cristina Cartens Kohler
Odontologia Social - Cesar Hideki Yamacita
Odontologia Restauradora - João Luiz Ayres Bordin
Odontopediatria - Marilia Franco Punhagui
Ortodontia - Carlos Eduardo de Oliveira Lima
Ortopedia Funcional dos Maxilares - Luis Sekio Tanaka
Periodontia - Vera Lúcia Giolo Pelanda
Prótese Dentária - Rosângela Marcos Marques Cianca

Departamento Cultural: 
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Revista da AONP / Produção:
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Conselho Editorial:
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Os conceitos e artigos assinados são de responsabilidade dos autores.

Editorial

Nunca é demais insistir! 

Nos dias atuais não há nada mais preocupante do que a qualidade de vida, por isso, nunca é demais insistir sobre o assunto, que na verdade não é novo, levando-se em conta que a primeira conferência das Nações Unidas sobre meio ambiente foi realizada em 1872, em Estocolmo, seguida pelo conhecido relatório do Clube de Roma, que defendia o crescimento zero para que não se esgotassem as reservas de matérias-primas não renováveis antes de meados deste século em que estamos vivendo. Há dez anos acontecia a Eco-92, no Rio de Janeiro, muito foi discutido e ao que tudo indica pouco se fez e há muito a fazer.

Apesar de toda a preocupação e alertas do mundo científico, pouca coisa mudou e a situação é cada vez mais grave, uma vez que o desenvolvimento econômico tem sido apontado como o principal fator poluente das nações. Na década de 80, continentes como a África e a América Latina não tiveram crescimento econômico, no entanto são apontados como mais poluídos do que antes, a julgar pelo crescimento demográfico que é incessante. Se por um lado, no continente africano avançam os desertos, na América Latina as populações se concentram na periferia das cidades onde não existe tratamento de esgotos, oferecendo um resultado catastrófico: excrementos humanos poluem as águas, trazendo epidemias de origem hídrica, como a cólera e outras, numa ameaça assustadora a todos. O mais recente episódio ocorrido em fevereiro último, envolvendo a mortalidade de peixes na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro é mais um alerta sobre os absurdos cometidos contra a natureza.

Como se não bastasse esse descuido, estamos assolados pela epidemia de dengue. Uma coisa é certa: o processo de industrialização intensivo nas grandes cidades brasileiras nos leva a crer que o crescimento econômico sobrepõe , sem barreiras, a qualidade de vida. É como se fosse uma ordem - salve-se quem puder! Infelizmente esta é a triste realidade.

Contudo, nem tudo está perdido, graças a algumas iniciativas levadas pela pressão da sociedade. Mas havemos de convir que tais iniciativas se mostram um tanto tímidas diante da gravidade do problema. É bom lembrar que estamos às vésperas de mais um inverno e algumas providências já começam a serem tomadas, embora isoladamente, como é o caso de São Paulo, onde órgãos encarregados de cuidar do meio ambiente, já em meados de fevereiro anteciparam o procedimento de normas que visam o controle da poluição do ar, vigiando locais de maior de maior fluxo de público interno, como shopping centers e supermercados.

Certamente que iniciativas estão sendo tomadas para evitar a destruição do meio ambiente. Programas estão sendo preparados por equipes técnicas em todos os níveis governamentais, mas acima de tudo é fundamental a participação de toda a sociedade, do cidadão comum, pois só através de medidas de conscientização, tanto individual, empresarial quanto governamental, é evitaremos um caos maior. Nunca é demais tocarmos o dedo na ferida, quando a questão é a preservação do meio ambiente. Esta proposta, fora de dúvida, constitui o compromisso de cada ser humano!

A Diretoria

 

Nossa Capa
Imagens da reforma da sede da AONP em 1989.

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