A Revista da AONP é uma publicação da Associação Odontológica do Norte do Paraná - AONP

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Diretoria:
Presidente - Antonio Ferelle
1ºVice-Presidente - Seió Okabayashi
2º Vice-Presidente - Mauro Celso Boer
3º Vice-Presidente - Adalberto Baccarin
Secretária-Geral - Márcia Regina Rodrigues
1ª Secretária - Norma Nabut
2ª Secretária - Denise Yendo Inada
Tesoureiro-Geral - João Antonio Menegasse
1ª Tesoureira - Vera Lúcia Giolo Pelanda
2º Tesoureiro - Wilson Lincoln Yokomizo
Diretor de Patrimônio - Amaury de Moraes Silveira 
Diretor de Patrimônio - Antonio André dos Santos

Comissão Social: 
Cristiana Castello Branco Nascimento, Edeny Aparecida Spacini Trevisan, Geysa Belinatti Guazzi Azzolini, Maria Lúcia Pereira Franzon, Rosângela Lemos Conrado Salomão, Valter Flávio Scalco.

Sede Campestre:
João Noivo Henriques, Osnildo Pires Carneiro.

Comissão Fiscal:
Luiz Reynaldo de Figueiredo Walter, Valtercides Alves Moreira Filho, Walter Costa Barroso.

Orador:
Eder Pimenta de Oliveira.

Departamento Científico:
Endodontia - Douglas Giordani Negreiros Cortez
Estomatologia - Antonio Carrilho Neto
Implantodontia - Valdir Ilídio Mardegan
Odontologia Especial - Juliane Maria Bertoletti
Odontologia Legal - Isabel Cristina Cartens Kohler
Odontologia Social - Cesar Hideki Yamacita
Odontologia Restauradora - João Luiz Ayres Bordin
Odontopediatria - Marilia Franco Punhagui
Ortodontia - Carlos Eduardo de Oliveira Lima
Periodontia - Vera Lúcia Giolo Pelanda
Prótese Dentária - Rosângela Marcos Marques Cianca

Departamento Cultural: 
Coordenadora - Lázara Regina de Rezende

Revista da AONP / Produção:
Jornalista Responsável:
Francisco Chagas Marinho - MTB 57.527.
Publicidade e Marketing:
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Impressão: MC Gráfica
Fotos:
Silvio Machado
Arte: Waldir Bilek
WebDesigner: Fernando Santos de Oliveira

Conselho Editorial:
Mauro Celso Boer
Denise Yendo Inada

Editorial

Enfim, um ano com bons presságios 

Felizmente, começamos o ano antevendo boas perspectivas para o Brasil, embora especialistas da área político-econômica internacional tenham previsto que o País continuará a sofrer influência de situações antagônicas em outros países, como é o caso da deterioração econômica da Argentina e de alguns países do Primeiro Mundo, entre eles os Estados Unidos. Todavia, tal performance lá fora não significa motivo de desânimo ou falta de encorajamento para nós brasileiros. Na verdade, somos uma nação acostumada a transpor obstáculos e, talvez seja isso o que mais nos fortifica para a luta, o que vale dizer que, andar para a frente, mesmo enfrentando tropeços, sempre foi a característica do brasileiro.

Hoje, somamos mais de 160 milhões de habitantes, uma força que começa a contribuir para a solução dos nossos problemas sociais, sem portanto fazer uso da demagogia que até pouco tempo nutriu o populismo no País, felizmente em vias de extinção e cedendo lugar à solidariedade . Exemplo mais próximo nesse universo solidário figura a Pastoral da Criança, instituição que já conta com um efetivo de 150 mil voluntários que atendem a 1,5 milhão de pessoas espalhadas em mais de 3 mil municipalidades brasileiras, entre elas Londrina, (berço da Pastoral da Criança), valendo lembrar que esse esforço foi mais uma vez redobrado quando da realização do 2° Congresso Mundial de Odontologia, promovido pela Associação Odontológica do Norte do Paraná (AONP), ano passado.

O ano de 2001 o primeiro do Milênio, foi proclamado pela ONU como o Ano do Voluntariado. Foi graças a esse esforço consciente e humanitário que foi permitida a alavancagem de combate a vários flagelos, como por exemplo, o índice de analfabetismo; de mortalidade infantil nas regiões mais carentes de recursos, como a periferia dos grandes centros, entre outras providências. O ano que acaba de se findar, marcou também a força de união dos brasileiros frente ao racionamento de energia elétrica, através do chamado "apagão". Todos colaboraram, todos vencemos! Ficou a lição!

Mesmo com contratempos, o "apagão" serviu não apenas para contar com o apoio maciço de solidariedade da população, mas também para acordar as autoridades sobre a necessidade de auto-suficiência em energia, sem a qual não podemos contar com investimentos externos. Neste novo ano que ora desponta o destaque está no anúncio da construção de termoelétricas e meios alternativos para a produção de energia em nosso País. De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o crescimento brasileiro está condicionado à retomada da economia nacional, que promete ser moderada, mas que antevê um retorno gradual do crescimento. Cabe a todos nós manter o otimismo.

A Diretoria

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